Cotações estáveis, com parte da indústria fora das compras.
O mercado havia iniciado o dia com poucos negócios, algo típico para segunda-feira. Nesse contexto, na comparação com a última sexta-feira (20/3), as cotações ficaram estáveis.
Parte da indústria esteve fora das compras, enquanto as unidades ativas negociavam com base no fechamento da semana anterior.
Havia relatos de negócios fechados na sexta-feira acima das cotações vigentes, contudo, sem volume suficiente para se tornar referência. Agentes de mercado relataram uma pressão de alta, mas os custos elevados dos fretes foram levados em conta e deviam impactar nas ofertas de compra da ponta compradora.
As escalas de abate atendiam, em média, sete dias.
Todos os preços são brutos e a prazo.
Roraima
O mercado esteve firme e a cotação de referência não mudou.
Mercado atacadista da carne com osso
Na semana, as vendas recuaram, como já era esperado. Ainda assim, o menor volume de carne nos estoques foi suficiente para atender à demanda, mantendo o mercado em equilíbrio. Houve alta em parte das cotações das carcaças casadas, com exceção do boi capão, que permaneceu estável.
A cotação da carcaça casada do boi capão esteve cotada em R$23,55/kg. Já a do boi inteiro subiu 1,1%, ou R$0,25/kg, negociada em R$22,55/kg.
Para a carcaça casada da vaca, a alta foi de 1,2%, ou R$0,25/kg, cotada em R$21,50/kg. A cotação da carcaça casada da novilha subiu 1,8%, ou R$0,40/kg, negociada em R$22,15/kg.
No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* subiu 2,5%, ou R$0,15/kg, cotado em R$6,15/kg, e a do suíno especial** não mudou, apregoado em R$10,40/kg.
Fonte: Scot Consultoria


