
Boi gordo: alguns frigoríficos brasileiros já pagam R$ 305-310/@
Cotações seguem rotina de valorizações, um reflexo da baixa oferta de animais terminados, da redução nas escalas de abate e das exportações de carne bovina aquecidas

Cotações seguem rotina de valorizações, um reflexo da baixa oferta de animais terminados, da redução nas escalas de abate e das exportações de carne bovina aquecidas

Alta dos custos é vista nos principais estados produtores e exportadores; a ração se destacou como o principal componente de custo
China, Estados Unidos e Filipinas somaram 60% do total exportado no mês passado

Foi no século XVII que a pecuária começou a se expandir para o interior do país, especialmente no Nordeste, impulsionada pela proibição da criação de gado próxima ao litoral.

O mercado seguiu firme. Acompanhando a tendência de alta do dia anterior, hoje (11/10), as cotações do boi comum, do “boi China” e da novilha gorda subiram.

Último dia útil da semana termina com temporais e trovoadas

Exportações de milho recuam

Cotação do boi gordo “comum” (sem padrão-exportação) bateu R$ 295/@, no prazo, nesta quinta-feira (10/10); já há negócios esporádicos por R$ 300/@

Nesta terça-feira, 8 de outubro, animal terminado subiu em SP, AC, AL, BA, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PR, RO, SC e TO

O ágio do bezerro em relação ao boi gordo na parcial de outubro caiu para o menor patamar desde julho de 2022, abaixo de 15,0%.